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Atividades e Difusão

Atividades e Difusão

Tendo como objectivo a promoção, divulgação e disseminação da informação e da documentação à nossa guarda, o Arquivo Municipal de Lisboa dispõe de um serviço educativo que promove e dinamiza ações educativas adaptadas a diferentes públicos.
As atividades podem ser realizadas nas instalações do Arquivo ou 'fora de portas'.

Para além de uma oferta educativa específica, são promovidas diversas iniciativas que colaboram na divulgação do trabalho de investigação e tratamento documental realizado e que podem assumir o formato de exposição, visita guiada, conferência, encontro, edição, documentário, entre outros.

Mensalmente damos destaque a um documento do acervo, facultando pistas que ajudam a conhecer a diversidade da documentação à nossa guarda.

Vários e de diferentes naturezas são os projetos a decorrer que contribuem de forma decisiva para explorar temáticas e documentação que concorrem para a salvaguarda e valorização do património arquivístivo municipal e para a preservação da 'memória viva da cidade'.
São exemplos marcantes a 'Traça - Mostra de Filmes de Arquivos Familiares' e a revista científica digital 'Cadernos do Arquivo Municipal'.

Atividades para as escolas

Oferta educativa disponível
Pesquisável por nível de ensino ou por área temática

Público em geral

Acesso à agenda de eventos
Pesquisável por área temática, público-alvo ou data

Documento do mês

Carta régia de D. João I, 1426

A 18 de abril de 1426 era registada e autenticada no expediente da Chancelaria Régia uma carta de D. João I que viria a moldar a configuração dos procedimentos jurídicos perpetrados pelo oficialato do Concelho com legitimidade para julgar feitos e pronunciar sentenças.
 
Sob a égide da justiça, este mês, evocamos os contornos assumidos pelo diploma de 1426, promulgado pelo poder político com o objetivo de orientar, embora de forma impositiva, para o uso e o recurso a fontes de direito subsidiário, nas situações em que houvesse lacunas identificadas nos ditames de lei, costume e estilo .
 
Versando a justiça sobre a “vontade permanente e constante de dar a cada um o que é seu” de acordo com princípios de equidade, razão e direito e assumindo-se, nesta lógica, o direito como objeto da justiça ao instrumentalizar a sua aplicabilidade mediante o estabelecimento de um quadro normativo de feição vinculativa, atentemos ao que, neste domínio, as determinações que D. João I dirigiu ao “Coregedor e comçelho e homens boons da nossa muy nobre leall çidade de lixboa” evidenciaram.
 
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